Chloe Cole se arrepende da transição de gênero feita aos 13 anos. (Foto: Twitter/Joseph A. Ladapo, MD, PhD).


Chloe Cole nasceu mulher, mas se identificou como homem e com apenas 13 anos passou pela transição de gênero. 

Porém, Chloe se arrependeu de sua decisão e retornou ao seu gênero biológico. 

Hoje, com 17 anos, a jovem lamenta os procedimentos que ela não pode reverter em seu corpo e tem alertando sobre o fato de que menores não possuem maturidade para decidirem mudar de sexo.

“Eu realmente não entendia todas as ramificações de nenhuma das decisões médicas que estava tomando. Eu não era capaz de entender”, afirmou Chloe na sexta-feira (8), durante uma audiência, que discutiu uma lei que nega intervenções de transição de gênero através do programa social de saúde dos Estados Unidos. 


A adolescente relatou que tomou testosterona e drogas bloqueadoras da puberdade, e ainda fez uma cirurgia para retirar os seios, ressaltando que os procedimentos que fez entre os 13 a 16 anos eram irreversíveis.

Quando Chloe percebeu que talvez nunca poderá ter filhos e que não poderá amamentar um bebê, ela entendeu que havia tomado decisões equivocadas.

“Não sei se serei capaz de carregar totalmente uma criança, e posso estar em risco aumentado para certos tipos de câncer, principalmente câncer cervical. E porque eu não tenho meus seios, não sou capaz de amamentar os futuros filhos que eu tiver”, lamentou ela.

E acrescentou: “Essa percepção, na verdade, foi uma das maiores coisas que me levou a perceber que esse não era o caminho que eu deveria ter seguido”.


Incapacidade para tomar decisões irreversíveis

A adolescente ainda incentivou os pais a não fazerem a transição em seus filhos, lembrando que o procedimento causa danos no corpo e na mente.

Para ela, a decisão de mudar de gênero deveria ser feita apenas quando forem adultos.

“Nenhuma criança deveria ter que experimentar o que eu tenho”, resumiu Chloe.

Assim como a jovem, muitos ex-trans estão compartilhando suas histórias trágicas com o propósito de conscientizar sobre o impacto prejudicial da mudança de sexo. 

“A melhor coisa que todos nós podemos fazer é continuar a falar. Especialmente para o governo local, estadual e federal. É assim que vamos vencer isso”, escreveu Chloe no Twitter, no domingo (10).


RÁDIO AD BELEM FM 97,9

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE FAITHWIRE

ATUALIZADO: TERÇA-FEIRA, 12 DE JULHO DE 2022 23:30

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